"- Torces por mim?
Mina - Sempre..."
Sabes, é mesmo isso que eu sinto... obrigado por tudo!
Preciso-te! Sempre...
Tuesday, December 19, 2006
Wednesday, December 13, 2006
...
Por muito pouco que as pessoas nos agradem, há coisas que elas dizem que ficam, que nos fazem pensar se será verdade.... Gostava de ser imune...
Tuesday, December 12, 2006
We like our fun and we never fight...
A nossa cumplicidade, o nosso olhar seguido daquele riso maravilhoso, o nosso sorriso de admiração, o nosso carinho... é tudo tão fantástico....
Monday, December 11, 2006
Intrigas...
Não suporto intrigas, e nos ultimos meses parece que me perseguem...
Atingem uma das minha melhores amigas, o meu melhor amigo, os meus conhecidos, enfim, niguém, escapa.
Felizmente os que me conhecem jamais me abandonam, porém há pessoas que vão no que lhes dizem, mas também para ser sincera, será que valem a minha amizade? será que valem a pena? Cheguei à conclusão que não.
Agora, sempre que sou confrontada com intrigas a meu repeito, digo apenas, acredita no que quiseres, já me devias conhecer bem...
Porquê tanta inveja? Por eu ser feliz? Por me dar bem a nível profissional? Por ter pessoas (não muitas é certo, mas eu acho que as melhores:)) que me adoram? Por reservar a minha vida privada para mim e para as pessoas que amo?
Porquê?
Hoje foi um dia dificil... mas ao mesmo tempo foi um dia de alivio, senti que tu, uma pessoa da qual cada vez gosto mais, te estavas a afastar de mim, e como há tanta gente que nos quer tanto mal, e que já nos tentou afastar por diversas vezes, imaginei logo que teriam ido envenenar a nossa relação....
Frontal, como sempre, liguei-te e disse que queria falar contigo. Estivemos juntos e eu percebi que estava enganada, e tu explicaste-me que me tens dado menos atenção devido às imensas coisas que tens tido para fazer e que não era de forma alg~uma intencional, e como sempre foste a melhor pessoa, e eu contei-te tudo o que se estava a passar. Apoiaste-me incondicionalmente, daquela forma especial a que já me habituaste. Foi bom, sinto um grande alivio....
Sempre que preciso de ti, estás lá :)
Porque é que és tão importante para mim?
Já te disse que te adoro?
Atingem uma das minha melhores amigas, o meu melhor amigo, os meus conhecidos, enfim, niguém, escapa.
Felizmente os que me conhecem jamais me abandonam, porém há pessoas que vão no que lhes dizem, mas também para ser sincera, será que valem a minha amizade? será que valem a pena? Cheguei à conclusão que não.
Agora, sempre que sou confrontada com intrigas a meu repeito, digo apenas, acredita no que quiseres, já me devias conhecer bem...
Porquê tanta inveja? Por eu ser feliz? Por me dar bem a nível profissional? Por ter pessoas (não muitas é certo, mas eu acho que as melhores:)) que me adoram? Por reservar a minha vida privada para mim e para as pessoas que amo?
Porquê?
Hoje foi um dia dificil... mas ao mesmo tempo foi um dia de alivio, senti que tu, uma pessoa da qual cada vez gosto mais, te estavas a afastar de mim, e como há tanta gente que nos quer tanto mal, e que já nos tentou afastar por diversas vezes, imaginei logo que teriam ido envenenar a nossa relação....
Frontal, como sempre, liguei-te e disse que queria falar contigo. Estivemos juntos e eu percebi que estava enganada, e tu explicaste-me que me tens dado menos atenção devido às imensas coisas que tens tido para fazer e que não era de forma alg~uma intencional, e como sempre foste a melhor pessoa, e eu contei-te tudo o que se estava a passar. Apoiaste-me incondicionalmente, daquela forma especial a que já me habituaste. Foi bom, sinto um grande alivio....
Sempre que preciso de ti, estás lá :)
Porque é que és tão importante para mim?
Já te disse que te adoro?
Tuesday, December 5, 2006
"Não quero"
"Não quero, cloe, teu amor que oprime
Porque me exige o amor.
Quero ser Livre.
A sperança é um dever do sentimento."
Ricardo Reis
Leio-te neste poema...
Porque me exige o amor.
Quero ser Livre.
A sperança é um dever do sentimento."
Ricardo Reis
Leio-te neste poema...
Saturday, December 2, 2006
Saturday, November 25, 2006
Hanson: Save Me
Ontem encontramos-nos num bar, e o nosso olhar foi mais forte, traiu-te.
Fizemos de conta que estava tudo bem, quando não podia estar pior. Teimas em contrariar o que sentes. E já não sabes como agir. Foges.
Cada vez mais isto se está a tornar incontralável. Ontem pela primeira vez, perguntaram-me o que se passava entre nós.
Disseram-me que toda a gente comentava como eramos tão amigos, tão inseparaveis, sem nunca terem desconfiado de mais nada.
Ontem senti-me sem chão mais uma vez. Havia algo que nos unia, mas que ao mesmo tempo alongava a distância entre nós. Vais continuar a lutar?
Esta música faz-me pensar nos momentos que temos para viver...
Fizemos de conta que estava tudo bem, quando não podia estar pior. Teimas em contrariar o que sentes. E já não sabes como agir. Foges.
Cada vez mais isto se está a tornar incontralável. Ontem pela primeira vez, perguntaram-me o que se passava entre nós.
Disseram-me que toda a gente comentava como eramos tão amigos, tão inseparaveis, sem nunca terem desconfiado de mais nada.
Ontem senti-me sem chão mais uma vez. Havia algo que nos unia, mas que ao mesmo tempo alongava a distância entre nós. Vais continuar a lutar?
Esta música faz-me pensar nos momentos que temos para viver...
Friday, November 24, 2006
Porquê?
Como sempre, foste ao meu encontro.
Falamos, rimos, brincamos e, inevitávelmente, envolvemo-nos mais uma vez.
E, entre olhares e sorrisos apaixonados, trocamos caricias, deixamos o nosso corpo se expressar. Mas tu, pela primeira vez, sentiste necessidade de racionalizar, o que não é racional.
"Não posso"
Porquê?
Não havia resposta, porque não tinha de haver!
Desperta pela tua inquietação, estupidamente, quis a resposta que não existia.
A tua voz trémula dizia, o que o teu corpo teimava em contrariar, o que o teu olhar negava com toda a sua plenitude.
Porquê?
Eu entrei na tua vida e, rapidamente, alterei o teu projecto. Não era a nossa vontade, mas era inevitável.
E tu, numa confusão de sentimentos que contrariavam vontades, dizias-me o que não querias dizer e, não aguentando mais, foste embora. Mas desculpando-te com um "até já", combinaste continuar a conversa nesse mesmo dia. A conversa que nunca devia ter existido.
Porém, nesse dia, não mais nos falamos. Fiquei triste, confusa, sem chão. Não estava à espera, confesso.
Porquê?
E agora, como ficamos?
Hoje apercebi-me, já não consigo estar sem ti...
Falamos, rimos, brincamos e, inevitávelmente, envolvemo-nos mais uma vez.
E, entre olhares e sorrisos apaixonados, trocamos caricias, deixamos o nosso corpo se expressar. Mas tu, pela primeira vez, sentiste necessidade de racionalizar, o que não é racional.
"Não posso"
Porquê?
Não havia resposta, porque não tinha de haver!
Desperta pela tua inquietação, estupidamente, quis a resposta que não existia.
A tua voz trémula dizia, o que o teu corpo teimava em contrariar, o que o teu olhar negava com toda a sua plenitude.
Porquê?
Eu entrei na tua vida e, rapidamente, alterei o teu projecto. Não era a nossa vontade, mas era inevitável.
E tu, numa confusão de sentimentos que contrariavam vontades, dizias-me o que não querias dizer e, não aguentando mais, foste embora. Mas desculpando-te com um "até já", combinaste continuar a conversa nesse mesmo dia. A conversa que nunca devia ter existido.
Porém, nesse dia, não mais nos falamos. Fiquei triste, confusa, sem chão. Não estava à espera, confesso.
Porquê?
E agora, como ficamos?
Hoje apercebi-me, já não consigo estar sem ti...
Sunday, November 19, 2006
Homenagem a M.
Já reparaste na diferença abismal de gostos, estilos, reacções, e feitios que nos une?
Lembraste quando nos conhecemos?
Não foi amizade à primeira vista! Conviviamos, apenas, porque tinha de ser...
E, de um momento para o outro, tornamo-nos a melhores amigas, uma presença insubstituivel nas nossas vidas, algo inexplicável.
Olhando para estes anos de amizade, posso orgulhar-me de não ter uma má recordação, de teres estado sempre presente, quer nos melhores momentos da minha vida, quer nos piores.
Ainda ontem estava a falar a um amigo da amizade que nos une, e não tinha palavras para nos descrever, para descrever todos os bocados de vida que partilhamos, porque foram únicos e indiziveis.
As conversas na minha mesa de jantar, os cinemas, as compras, os almoços, os jantares, as mensagens de telemóvel, os telefonemas eternos, horas e horas a falar de nada :D, os teus conselhos...tanto...e tão bom!Juntas partilhamos sempre tempo de qualidade.
Orgulho-me de te ter como amiga! E tenho a certeza de que nos vamos ter a vida toda...
Lembraste quando nos conhecemos?
Não foi amizade à primeira vista! Conviviamos, apenas, porque tinha de ser...
E, de um momento para o outro, tornamo-nos a melhores amigas, uma presença insubstituivel nas nossas vidas, algo inexplicável.
Olhando para estes anos de amizade, posso orgulhar-me de não ter uma má recordação, de teres estado sempre presente, quer nos melhores momentos da minha vida, quer nos piores.
Ainda ontem estava a falar a um amigo da amizade que nos une, e não tinha palavras para nos descrever, para descrever todos os bocados de vida que partilhamos, porque foram únicos e indiziveis.
As conversas na minha mesa de jantar, os cinemas, as compras, os almoços, os jantares, as mensagens de telemóvel, os telefonemas eternos, horas e horas a falar de nada :D, os teus conselhos...tanto...e tão bom!Juntas partilhamos sempre tempo de qualidade.
Orgulho-me de te ter como amiga! E tenho a certeza de que nos vamos ter a vida toda...
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